Malmsteen tocando ao vivo

Durante uma recente entrevista, o guitarrista Yngwie Malmsteen negou ser egocêntrico, afirmando que sua abordagem ao fazer música é muitas vezes “mal entendida”.

“Eu componho as partes de guitarra, obviamente, mas também as de baixo, bateria, teclados e vocais, além de melodia e letras. Às vezes, as pessoas me entendem mal, como se eu estivesse sendo egoísta, mas não é isso. É uma coisa artística. Como um pintor que não deixa alguém pintar o fundo, e ele faz o primeiro plano. O pintor pinta todo o quadro. E é assim que eu trabalho.”

Controle

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Esta não é a primeira vez que Yngwie insiste que ele está no controle total de seu trabalho criativo. Enquanto explicava como começou a cantar em sua banda-solo porque se cansou das “besteiras” de seus vocalistas, o sueco disse no começo do mês:

“Eu sempre achei que os cantores tinham a síndrome de Elvis Presley – eles acham que são Elvis Presley, mas não são. Porque eu escrevo tudo, como um compositor clássico. Só porque eu deixo alguém cantar algo não significa que eles são mais importantes do que o baixista, o tecladista ou o baterista. E eu realmente meio que me cansei de lidar com essas besteiras. Então eu decidi cantar sozinho”.

Sobre os solos

Mesmo compondo as linhas de todos os instrumentos, Malmsteen prefere o improviso quando o assunto é solo de guitarra. “Pessoas dizem: ‘wow, não acredito como você compôs esse solo’. E eu não o compus, nunca foi escrito. Rode a fita e assim eu vou, totalmente improvisado, mesmo nos discos”. Malmsteen ainda disse que, na maioria das vezes, muda os solos durante os shows.

“Alguns guitarristas fazem coisas repetitivas de um jeito rápido, e eu sempre senti que deve haver uma melodia por trás, mesmo que com agilidade”.

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