Paul Reed Smith segurando duas guitarras PRS

Durante recente entrevista, o líder da PRS, Paul Reed Smith, falou sobre a ascensão da empresa, explicando como demorou para que a marca se tornasse difundida na comunidade musical.

“Bem, estamos falando do trabalho de 330 pessoas, e não apenas do meu. Quando começamos, anunciamos em página inteira como se fôssemos do mesmo tamanho que todos os outros fabricantes. Por dez anos, as pessoas diziam: ‘Nunca ouvi falar de vocês’. Mesmo 20 anos depois, as pessoas ainda afirmavam que não nos conheciam. Eu ficava tipo: ‘Huh?’.”

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Paul conta que então fazia uma pergunta reveladora. “Eu dizia a eles: ‘Você já viu Carlos Santana tocar uma guitarra com pássaros?’. Eles falavam: ‘Sim, já vi’… Isso ocorre porque ele é um nome familiar em todo o mundo”.

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No top 3

O líder da PRS continuou: “Lembro-me de certo ano em que estávamos na NAMM e as pessoas só diziam: ‘Fender, Gibson, Ibanez, Martin, Taylor”. Enfim, você sabe… Em outro ano, você começava a ouvir pessoas dizendo: ‘Gibson, Fender, PRS’. Ou: ‘Fender, PRS, Gibson’. A empresa estava no top 3, com outros deixados de fora. Pensei: ‘Oh, uau. Começou a mudar’.

Perguntado sobre como as guitarras da empresa oferecem qualidade consistente, Paul respondeu que busca diminuir ao máximo a diferença entre o ‘pior’ e o ‘melhor’ instrumento fabricado. “Chamo isso de ‘janela’ – a nossa é bastante estreita. Já em outras empresas, a janela é muito mais larga. Nosso trabalho é mover a janela para cima, então a consistência tem sido sempre muito boa para nós”.

“Tudo é feito em milhares e milhares de passos de bebê. Foram centenas de pessoas, ao longo de décadas, estourando a bunda tentando fazer guitarras mágicas que as pessoas pudessem amar”, finaliza Paul.

Para mais informações sobre a empresa de Paul Reed Smith, visite o site oficial da PRS.