Tom DeLonge com uma guitarra semiacústica

Em recente entrevista, Tom DeLonge falou sobre o início de sua trajetória musical, destacando seu principal objetivo como artista.

“A maioria das pessoas pega o instrumento e tenta ser o melhor guitarrista possível. Não fui assim. Há também o que quer ser uma estrela pop e é realmente um bom cantor. Não fui assim também”, conta o ex-guitarrista do Blink-182.

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“Eu estava em algum lugar no meio. Quando comecei na guitarra, não queria ser o melhor. Não era nada além de uma ferramenta para carregar algo que eu queria expressar. Sempre foi uma maneira de aliviar minha ansiedade e como me sinto, e acho que é por isso que me envolvi com tanta força com a música”, completa.

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Duas categorias

DeLonge continuou: “Para mim, a vida de músico se enquadra em duas categorias: você cria a arte e você comunica a arte. Ambas são difíceis de fazer, porque criar a arte é um processo de construção de um ano em estúdio. E a grande vitória é quando você ouve o que gravou e pensa: ‘Uau, estou muito orgulhoso disso’.”

“A segunda parte é: ‘Ok, agora preciso subir no palco e comunicar a minha arte’. Quer dizer, você tem de mostrar às pessoas como você está falando sério. Se você subir no palco, olhar para o chão e tocar, você mostra que é assim que você se sente sobre sua própria música… Acho que é muito importante ir lá e dar tudo o que você tem, fazer um programa imersivo visual e sonoramente, que agarra você pela garganta e sacode um pouco”.

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