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Mark Tremonti é um dos mais notáveis usuários de guitarras da PRS, marca de Paul Reed Smith. O músico do Alter Bridge revelou, em entrevista ao Ultimate Guitar, por que prefere os instrumentos da empresa em comparação às Gibson Les Paul, que ele costumava utilizar no início da carreira.

Tremonti destacou, inicialmente, que a PRS não foi a primeira empresa a procurá-lo para acordo de endorsement. “Fui abordado na primeira vez pela Hamer, muitos anos atrás. Eu gostava, mas não era 100% meu estilo na época. Costumava ver as guitarras da PRS nas lojas, mas elas eram de primeira linha e eu era só um garoto, não podia comprar. Quando eles me chamaram para conversar, fiquei chocado”, afirmou.

Em seguida, o músico do Alter Bridge e ex-Creed disse que a PRS enviou as primeiras guitarras para que ele pudesse testar, mas não deu certo logo de cara. “Ainda não se encaixavam perfeitamente no meu estilo, então, eu mandava de volta e dizia: ‘são ótimas, mas não é o que eu posso usar no palco’. Após eu ter sido exigente por tanto tempo, eles perguntaram: ‘por que você não desenvolve uma guitarra conosco?’. Ser exigente me ajudou a ter a minha própria guitarra signature”, disse.

O guitarrista, então, foi perguntado a respeito do que faz uma PRS ser melhor que uma Gibson Les Paul. “Não são melhores ou piores, é só que… uma coisa que gosto da PRS é a consistência. Você pode comprar que há a garantia de que ela foi verificada e está 100%. Há empresas que você compra uma guitarra de US$ 2 mil e outra de US$ 1 mil. A mais barata está melhor porque a outra não foi verificada direito na fábrica. Não acontece com a PRS, pois são muito meticulosos”, respondeu.

O cuidado da PRS faz com que Mark Tremonti fique tranquilo com relação à venda dos instrumentos com o nome dele. “Não quero meu nome associado a algo que pode não ser verificado depois de fabricado. Não quero meu nome em algo que não seja o melhor produto que possa ser adquirido”, afirmou.