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Editorial

A busca por identidade artística é tão desafiadora que acaba regendo boa parte das entrevistas que fazemos para a Guitarload.

Nesta edição, o tema está interligado por termos, inconscientemente, conversado com três guitarristas que priorizam, acima de tudo, uma sonoridade própria – independentemente do trabalho que estão realizando.

A entrevista de capa é com Steve Hackett, lendário guitarrista que fez parte da fase do Genesis em seu período mais clássico, de 1971 a 1977. Fora da banda que o consagrou, seguiu tão ativo que lançou mais de 25 álbuns solo, além de ter-se envolvido com outros projetos. Somente em 2021, divulgou dois discos: “Under a Mediterranean Sky” e “Surrender of Silence”.

Hackett é um daqueles raros guitarristas identificáveis logo na primeira nota. Você logo sabe que é ele quem está tocando. E é um feito ainda mais impressionante para um músico que fez experimentos com tantos gêneros: do rock ao blues, do erudito à world music e por aí vai.

Outro que atende a esse critério é Tom Morello, que, curiosamente, também lançou dois álbuns solo em 2021: “The Atlas Underground Fire” e “The Atlas Underground Flood”. Há quem diga que ele não seria um guitarrista tão bom assim, devido ao uso considerado “excessivo” de efeitos. Bobagem: além de tocar muito, o integrante do Rage Against the Machine soa como ninguém.

O terceiro e último entrevistado da edição é um brasileiro que relata grande influência de Tom: Billy Brandão, sideman que tem trabalhos com Frejat, Erasmo Carlos, Marisa Monte e tantos outros artistas, mas nunca abdicou de imprimir sua personalidade ao gravar ou tocar ao vivo com outros artistas. Após três décadas na função de apoio, Billy decidiu lançar seu primeiro álbum solo, “O Bicho tá Pegando”, que soa como tudo, menos como um “trabalho solo de guitarrista”.

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