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Editorial

De diferentes formas, a edição 113 explora a versatilidade, ponto crucial para todo músico. Para obter originalidade em sua arte, é imprescindível que se tenha um bom leque de referências.

O guitarrista da capa, protagonista do artigo principal da edição, foi mestre nisso. O lendário Gary Moore, que nos deixou há 10 anos, conseguiu transitar por estilos diversos, como rock (em suas mais variadas vertentes), blues, jazz, folk e muito mais. Sempre com maestria.

No artigo especial sobre Moore, dissecamos os principais elementos de sua arte. Percorremos toda a vasta obra deixada por ele, apontamos as principais características de seu estilo e analisamos os equipamentos usados para chegar a sons tão especiais.

O tópico da versatilidade se repetiu em meio aos dois músicos entrevistados para a edição.

O primeiro é Daniel Santiago, que está lançando seu novo álbum “Song for Tomorrow” – com participações de Eric Clapton, Kurt Rosenwinkel, Pedro Martins e mais. Aqui, ele explorou diversos estilos até chegar a um material que, nas palavras dele, é o mais nostálgico de sua carreira: do rock progressivo à MPB, com forte influência do Clube da Esquina, passando também por synthpop, rock clássico e instrumental. Um trabalho rico, que é comentado por ele nesta edição.

O segundo é Lucas Moscardini, integrante do Odeon, que contou como formou a banda com ex-colegas de Vitalism e saiu de uma sonoridade instrumental, orientada ao djent/metal progressivo, para produzir um material que trafega dentro e fora do rock, incluindo elementos que vão do R&B até o funk carioca. Sem olhar para trás, o Odeon tem buscado algo novo – e o caminho principal é pela versatilidade.

Que esta nova edição da Guitarload te inspire a buscar o novo e a ampliar seu leque de influências. Faz bem.

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