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Editorial

Com o passar dos anos, o guitarrista passa a enxergar a música como trabalho – e entra na rotina. É natural.

Não parece ser o caso de Zakk Wylde, entrevistado de capa da edição 118 da Guitarload. Prestes a lançar o álbum “Doom Crew Inc” com o Black Label Society, o guitarrista de Ozzy Osbourne respira música. Sempre está envolvido em uma série de projetos e o mais legal: fala sobre tudo como fã.

Nota-se a empolgação de Zakk ao conversar sobre suas guitarras, relembrar experiências com o ídolo/patrão Ozzy e poder dividir seu instrumento no Black Label com outro músico: Dario Lorina, que estreia em estúdio junto à banda no novo disco.

De formas distintas, esse entusiasmo é percebido nas outras entrevistas da edição. Uma delas traz George Lynch, um dos maiores guitarristas da década de 1980, falando sobre uma “primeira vez” em sua longa carreira.

O ex-membro do Dokken produziu seu primeiro álbum totalmente instrumental, “Seamless”, e conversou com a Guitarload sobre esse trabalho, direto de seu home studio, cercado de guitarras – muitas delas fabricadas por sua própria empresa, a Mr. Scary, com direito a um processo de pintura no quintal de sua casa e secagem no varal ao lado de suas próprias roupas. Típico de quem ama o que faz e não encontra empecilhos pra botar a mão na massa.

Representando o Brasil nesta edição, batemos um papo com Val Santos, ex-guitarrista do Viper e Toyshop que lançou “1986”, seu primeiro disco solo. O trabalho chama atenção pela longa lista de participações, que vai de Yohan Kisser a Bruno Sutter, e pela sonoridade pesada, com referências às músicas que Val curtia na adolescência.

Empolgado com o resultado, o músico admite que não esperava a repercussão que obteve até o momento nas plataformas digitais e já adianta: o trabalho ganhará uma sequência. Só não sabemos se o título será “1987”.

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