A edição nº 146 da Revista Guitarload traz como um dos destaques a impressionante trajetória de Anthony Garone para executar “Fracture”, composição de Robert Fripp lançada pelo King Crimson em 1974.
Considerada pelo próprio Fripp como “impossível de tocar”, a peça tornou-se o centro de uma odisseia que durou 22 anos. Mais do que um desafio técnico, a música exigiu reconstrução física e mental.
Uma história de persistência e método
Na reportagem, a Guitarload detalha como Garone iniciou o desafio ainda adolescente, aos 16 anos, após receber a música como provocação do pai. O que parecia apenas um teste de habilidade se transformou em um impasse de quase duas décadas. O guitarrista falhava repetidamente no mesmo trecho da obra.
O ponto crítico é o famoso moto perpétuo, segmento com quase três minutos de picking contínuo e saltos de corda ininterruptos. A passagem não permite tensão excessiva ou movimentos desnecessários. O obstáculo não estava apenas nas notas. O problema era biomecânico.
Ao analisar suas falhas, o guitarrista identificou excesso de tensão no braço direito. Também prendia a respiração em trechos rápidos. Movimentos amplos demais e uso desnecessário de musculatura agravavam o desgaste. O resultado era perda de controle após poucos compassos. A conclusão foi direta: “Fracture” era incompatível com o músico que ele era naquele momento.
Quer saber o restante da jornada?
Então mergulhe na edição de nº 146 da Revista Guitarload e descubra, em detalhes, como Anthony Garone transformou “Fracture”, de Robert Fripp e do King Crimson, em um divisor de águas técnico e pessoal.




