Simon McBride entrou no Deep Purple em 2022 com uma tarefa que poucos guitarristas gostariam de receber: ocupar o espaço deixado por Steve Morse em uma das bandas mais importantes da história do rock.
Quatro anos depois, chegou a hora de descobrir o que essa parceria pode produzir em um álbum inteiro.
Lançado em julho de 2026, SPLAT! é o segundo disco de estúdio do Deep Purple com McBride na guitarra. E, naturalmente, a presença do músico levanta uma pergunta que vai além de comparar seu trabalho ao de quem veio antes.
Será que ele encontrou seu próprio espaço dentro de uma banda com uma identidade tão consolidada?
A resposta não está apenas nos solos. É preciso observar como a guitarra conversa com o Hammond de Don Airey, como os riffs se encaixam nos arranjos e até onde McBride consegue explorar sua personalidade sem perder a linguagem que tornou o Deep Purple reconhecível.
É justamente essa questão que Caio Garcia investiga na resenha de SPLAT! publicada na ed. de nº 153 da Revista Guitarload.
Um disco que não esconde suas referências
O álbum começa com “Arrogant Boy”, faixa que reúne vários elementos imediatamente associados ao Deep Purple: riffs agressivos, palhetadas alternadas, melodias marcantes, solos tecnicamente exigentes e o Hammond ocupando um papel central.

Em outros momentos, o passado aparece de maneira ainda mais evidente. Mas, em meio a tantas referências, fica justamente a pergunta que interessa aos guitarristas: onde termina o Deep Purple que já conhecemos e começa o Simon McBride?
O músico também apresenta no álbum um protótipo de sua guitarra signature da PRS, construída sem tensor no braço. Segundo McBride, a solução proporciona mais sustain e projeção.
Seria esse um detalhe de equipamento ou parte de uma identidade que começa a aparecer no som?
E, afinal, Simon McBride conseguiu encontrar seu espaço no Deep Purple?
A resposta está na resenha da Guitarload, que percorre as 13 faixas de SPLAT! e observa os detalhes da guitarra, dos arranjos e da atual formação da banda.
Leia a resenha completa na edição 153 da Revista Guitarload, disponível gratuitamente.





