Mark Tremonti: ‘vários músicos talentosos não são os mais legais para trabalhar junto’

Mark Tremonti, guitarrista do Alter Bridge, opinou que vários caras talentosos não são as pessoas mais legais, e são os mais difíceis de se trabalhar junto.
Mark Tremonti tocando ao vivo

Os guitarristas Mark Tremonti (Alter Bridge, Creed) e Mike Mushok (Saint Asonia, Staind) participaram de uma transmissão ao vivo do HardDrive DL para falar sobre suas carreiras na música. Em dado momento, eles foram perguntados sobre as características que fazem um músico se tornar, também, um bom integrante de banda.

Tremonti foi sincero ao dizer que, geralmente, os músicos mais talentosos não conseguem trabalhar bem em bandas. “Parece que toda banda tem aquele cara que joga tudo no lixo por todos os outros. Não vou citar alguém específico, mas sempre tem. Eu prefiro ter alguém que tenha metade do talento, mas seja duas vezes mais legal de se ter em um ônibus de turnê comigo por 10 anos”, afirmou.

O guitarrista foi direto ao declarar: “vários caras talentosos por aí não são as pessoas mais legais, e são os mais difíceis de se trabalhar junto”. Ele completou: “Você precisa escolher suas batalhas e escolher o que é mais importante. Para mim, esse cara tem que ser amigável, generoso, trabalhador, com os objetivos corretos e as ambições corretas, além de ter ética de trabalho correta”.

Mike Mushok complementou que nunca se deve tratar alguém de uma forma que você não gostaria de ser tratado. “Passei anos tentando achar um vocalista antes de Aaron (Lewis, do Staind). Costumava me lembrar desses caras que eram determinados, sempre estavam dispostos, mas quando cantavam, não conseguiam entregar algo bom. Daí tinha um cara que sempre sumia por uns 3 dias, nunca aparecia, mas quando aparecia, era sempre um bom cantor”. disse, inicialmente.

O integrante do Staind comentou que o equilíbrio deve ser priorizado. “Precisa ser a combinação correta de pessoas com as quais você se dá bem e consegue trabalhar junto. Como Mark disse, escolha suas batalhas. Sempre penso da seguinte forma: ‘o quão importante é essa decisão e realmente preciso começar algo a partir disso?'”, afirmou.

A entrevista pode ser conferida na íntegra no vídeo a seguir (em inglês, sem legendas):

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