Você já sentiu o coração apertar ao abrir algo valioso e perceber que está destruído? Na última viagem da guitarrista Emily Wolfe com a Southwest Airlines, esse medo virou realidade. A artista de blues, conhecida por sua conexão emocional com a guitarra, teve seu instrumento emblemático — uma Epiphone Sheraton White Wolfe — “completamente quebrada na junção do braço” mesmo embalado em um case rígido e seguindo todas as orientações.
“Quando abri a caixa, o headstock estava quebrado”, revelou Emily em seu Instagram.
Com atenção meticulosa, ela despachou o instrumento com etiqueta “frágil”, pagou todas as taxas e ainda registrou boletim de ocorrência no aeroporto. Tirou fotos, juntou comprovante de valor e orçamento para reparo. Mesmo assim, ouviu da companhia: instrumentos são “itens frágeis” e estão fora do dever de cuidado.
A recusa despertou em Wolfe uma reflexão que vale para todos nós: “Se as companhias aéreas podem danificar instrumentos de nível profissional… e depois se recusar a assumir a responsabilidade, isso coloca todos os músicos viajantes em risco”, disse.
A repercussão do caso da guitarra de Emily Wolfe
Até o fechamento desta hard news, a postagem já havia ultrapassdado 10.500 curtidas e recebidos comentários solidários de músicos como Mark Agensi (Gibson) e Pete Thorn, que relatou: “Minha Les Paul sofreu o mesmo com a Southwest — headstock quebrado”. “Além disso, a mesma coisa aconteceu com a LP de Gilby Clarke na mesma viagem! @southwestair, você é péssima”, completou.
É um alerta em forma de texto: não está longe de acontecer com qualquer músico que confia seu instrumento ao transporte aéreo.




