A edição de nº 151 da Revista Guitarload já está disponível e traz como um de seus principais destaques uma análise aprofundada de Carry The Light, novo álbum do lendário guitarrista e cantor Peter Frampton.
A resenha explora a produção do disco, as participações especiais e os principais aspectos musicais do trabalho lançado em maio de 2026. A reportagem mostra como Frampton equilibra sua identidade clássica com novas abordagens criativas em um álbum que reafirma sua trajetória na música.
Outro destaque é o caráter familiar do projeto. O álbum foi produzido em parceria com Julian Frampton, filho do músico, que participou de todas as etapas da criação, incluindo composição, gravação, mixagem e masterização.
A lendária “The Phenix” volta ao centro da história
A matéria também resgata a curiosa trajetória da histórica Gibson Les Paul Custom 1962 de Frampton, conhecida como “The Phenix”.
O instrumento foi considerado destruído após um acidente aéreo ocorrido em 1980, mas reapareceu mais de três décadas depois, quando foi identificado por um luthier em Curaçao e devolvido ao guitarrista. A mesma guitarra foi utilizada durante as gravações de Carry The Light, reforçando o simbolismo presente no novo trabalho.

Convidados de peso ampliam o alcance musical do disco
A Guitarload destaca ainda o elenco de convidados que participa do álbum. Entre eles estão Graham Nash, Sheryl Crow, Tom Morello, Benmont Tench e Bill Evans.
Segundo a análise, essas colaborações ampliam a identidade sonora do disco, incorporando elementos de rock, blues, jazz fusion e música latina sem comprometer a essência da linguagem construída por Frampton ao longo de sua carreira.
Faixas como “Lions At The Gate”, “Islamorada” e “Tinderbox” recebem atenção especial pela riqueza dos arranjos, dos timbres e das construções harmônicas.
Análise detalha produção, faixas e aspectos técnicos
Ao longo da resenha, o colunista Caio Garcia examina a construção musical de Carry The Light, abordando a produção, as participações especiais e diversos elementos que marcam o novo trabalho de Peter Frampton.
O texto também apresenta as tradicionais escolhas do redator, destacando categorias como melhor riff, solo, timbre, harmonia e participação especial. O conteúdo oferece aos leitores uma visão técnica e aprofundada do álbum, contextualizando seu lugar na discografia do guitarrista e convidando o público a conferir a análise completa na edição 151 da revista.





