Marty Friedman tocando ao vivo

Durante conversa com a equipe da Heavy Magazine, Marty Friedman falou sobre o fato de ser autodidata.

“Não há realmente alguma vantagem em não aprender com alguém que tem mais experiência do que você. Sabe, aprendi com muitas pessoas no cotidiano, mas simplesmente nunca me sentei com um professor”.

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O músico deu um exemplo de como busca novos conhecimentos: “Se vou a um clube ver uma banda e gosto de algo que o guitarrista fez, vou atrás do cara depois do show e digo: ‘Cara, o que você fez ali? Foi muito legal, você pode me mostrar?’. Na maioria das vezes, eles ficam felizes em mostrar as coisas, porque gostam de ser elogiados por suas interpretações”.

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Música simples

No início do ano, Marty Friedman falou sobre sua abordagem musical e seu último álbum ao vivo, One Bad M.F. Live!!.

“O tipo de coisa que faço não é uma música simples, mas deve ser simples de curtir. Sobre o disco, eu só queria documentar o que estava acontecendo nesses shows – as grandes vibrações que estão ocorrendo no palco e os sorrisos que vejo no rosto das pessoas na plateia. Então gravar esse álbum foi um trabalho de amor. Acho que realmente ficou fantástico”, disse Friedman.

O guitarrista também comentou a troca de energia do artista com o público em situações ao vivo. “Esta é a palavra: energia. Os shows de que mais gosto quando estou na plateia são aqueles em que recebo essa enorme energia das pessoas que tocam no palco. Recebo no meu corpo e tenho esse sentimento de que estou levitando… Me sinto ótimo. Espero que seja o que as pessoas sentem quando estão no meu show. É o que tento dar e é o que eu queria capturar no disco – acho que conseguimos”.

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