Aprendeu a tocar guitarra para pegar mulher? Marty Friedman tem um recado para você

Marty Friedman, ex-Megadeth, acha válido que os músicos comecem a tocar algum instrumento porque querem pegar mulher. Entretanto, ele destacou o que mais precisa estar no horizonte de um artista iniciante.
Foto: divulgação

Talvez nem tanto nos dias de hoje, mas no passado, muitos garotos aprendiam a tocar algum instrumento, especialmente guitarra, para se dar bem com as mulheres. Marty Friedman, ex-Megadeth e um mestre das seis cordas, falou sobre essa curiosa motivação em entrevista.

Conforme dito pelo músico em bate-papo com o canal ‘Innersleeve‘, com transcrição via Ultimate Guitar, qualquer pessoa bem-sucedida vai ter facilidade ao atrair parceiros afetivos. Essa reflexão veio à tona após ele ser perguntado sobre qual o aspecto mais importante para gerar a individualidade de um artista.

“Acho que todos têm a resposta mesmo sem alguém para dizê-la. Todos que curtem música e querem fazer música, comprando um instrumento… se algo te diz que você deve gastar dinheiro em um instrumento, é porque existe uma luz dentro de você mostrando o que você quer musicalmente.”

Friedman, então, segue com sua opinião, citando a iniciativa de vários guitarristas em aprender a tocar um instrumento para se dar bem com as mulheres:

“Dependendo de como essa luz é cultivada, você passa a gostar de levar aquilo a sério. Muitos de nós começamos a tocar porque queríamos pegar mulher. Isso é igualmente válido, pois não é só a música. Todos querem pegar mulheres – e não importa o trabalho que você tem, se você é bem-sucedido, as mulheres vêm até você, entende? Médicos, por exemplo, não têm problema em pegar mulher.”

Apesar disso, o guitarrista apontou:

“As pessoas escolhem certas coisas. Quando se escolhe a música e quando há uma luz dentro de você te guiando para seguir pela música, você precisa continuar em frente. Você até pode ser desviado por pessoas dizendo que você precisa aprender uma música porque ‘aquela ali é boa’, ou ‘você precisa tocar essa música porque é popular’. Tudo bem ouvir a essas coisas e cultivar esses conceitos, mas você não pode perder a luz que há dentro de você.”

Tudo isso, na opinião de Marty Friedman, ajuda a construir a individualidade dos músicos.

“Se você está em contato com o que você gosta, é melhor do que pensar: ‘bem, odeio tocar baixo, mas sou bom, então vou tocar baixo para sempre’. Não é assim. Você precisa fazer o que quer. Parece simples, mas é necessário analisar o que você quer fazer e como avançar até seu objetivo. São desafios – e é aí que a individualidade aparece.”

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