Jim Root revela por que usa guitarra Telecaster para tocar no Slipknot

Músico declarou ser grande fã do visual das guitarras da Fender e buscar um diferencial em meio aos instrumentos "pontiagudos" do metal
Foto: reprodução / YouTube

Dá para dizer que Jim Root, do Slipknot, é um dos poucos músicos de vertentes mais pesadas do metal a usar uma guitarra Telecaster. Original da Fender, o modelo original da Fender costuma apresentar uma sonoridade mais estalada que nem sempre combina com a intensidade do estilo.

Em entrevista à Total Guitar, Root contou por que optou por usar guitarras Telecaster desde os momentos iniciais de sua carreira. Mesmo nos dias de hoje, o músico não abre mão das Tele, chegando a lançar um modelo signature em parceria com a Fender.

Inicialmente, Jim Root destacou que foi uma questão de gosto pessoal. “Durante minha juventude nos anos 1980, eu fiquei realmente apaixonado pela imagem das guitarras da Fender. Na capa do álbum ‘Long After Dark’, Tom Petty segura uma Tele. É uma imagem tão icônica para mim”, disse.

Porém, o músico do Slipknot apontou que também queria romper alguns padrões ao optar por um modelo de guitarra tão “tradicional”. “No início do Slipknot, tudo era tão ‘deus do meatl fundido’, com aquelas guitarras pontiagudas, como as B.C. Rich Warlocks e Ironbirds. Eu queria o exato oposto”, afirmou.

Na visão dele, foi quase como uma “atitude punk rock indignada”. “Foi tipo: ‘danem-se vocês e suas guitarras metal, eu vou tocar essa Tele'”, declarou.

Jim Root e a resistência das Telecaster

Ainda durante o bate-papo, Jim Root se recordou de uma ocasião curiosa envolvendo sua Telecaster e o ex-baterista do Slipknot, Joey Jordison. O guitarrista disse que atirou seu instrumento em direção ao colega de banda e achou que acabaria o estragando, mas não foi isso que aconteceu.

“Estávamos gravando o clipe de ‘Disasterpiece’ ao vivo e, por algum motivo, fiquei irritado com Joey Jordison, atirando minha Tele em sua direção como uma lança. Joguei em uns 6 metros. Achei que iria quebrar a guitarra toda, mas a única coisa que estragou foi uma impressão no riser da bateria dele, bem ao fim do headstock. Meu técnico apenas reafinou e eu terminei o show com a mesma guitarra”, comentou.

Curtiu? Compartilhe!

Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
Share on whatsapp
WhatsApp
Share on telegram
Telegram
Share on email
Email

Deixe o seu comentário

Publicidade

Top 5 da semana

Grátis!

Leia agora, a nova edição da revista Guitarload!

Os conteúdos mais relevantes para os apaixonados por guitarra em um único lugar. Aproveite, é grátis mas por tempo limitado.