O Yes mantém sua longa viagem pelo rock progressivo com Aurora, seu 24º álbum de estúdio, lançado em junho de 2026. O trabalho, que reúne diferentes atmosferas, arranjos orquestrais e momentos de destaque para as guitarras de Steve Howe, acaba de ganhar uma análise na Guitarload.
Na resenha assinada por Caio Garcia, Aurora é apresentado como um disco que reafirma a longevidade e a consistência de uma das bandas mais importantes da história do rock progressivo.
O álbum começou a tomar forma a partir de trabalhos individuais realizados nos estúdios pessoais dos integrantes. O guitarrista Steve Howe e o tecladista Geoff Downes aparecem como os principais eixos criativos do projeto, enquanto Howe também assumiu a produção, ajudando a conectar os diferentes elementos do material.
Guitarras em primeiro plano

Embora Aurora seja marcado pela presença de orquestrações, sintetizadores e diferentes camadas instrumentais, a guitarra continua ocupando um papel central.
A faixa-título, por exemplo, abre o álbum com uma introdução orquestral de caráter épico antes de avançar por diferentes ambientes, incluindo um solo de Howe influenciado pelo jazz.
Já “Countermovement” chama atenção pela variedade de timbres, instrumentos e dinâmicas explorados pelo guitarrista. A faixa também concentra algumas das principais intervenções harmônicas do disco e foi escolhida como destaque de melhor timbre e melhor harmonia na análise da Guitarload.
Outro momento de destaque é “All Hands on Deck”, escolhida como melhor riff da resenha. A música aposta em uma abordagem mais pesada e tem seu desenvolvimento construído ao redor do riff principal.
Leia a resenha completa na Guitarload
Quer descobrir como Steve Howe constrói os diferentes timbres, riffs, solos e harmonias de Aurora? A Guitarload analisou faixa a faixa o novo trabalho do Yes e selecionou os principais momentos do álbum.
Entre os destaques da resenha estão “Aurora”, pelo solo jazzístico; “All Hands on Deck”, pelo riff; e “Countermovement”, pela riqueza de timbres e harmonias.





